
A meta do governo e do setor privado é viabilizar o Minha Casa, Minha Vida 2, com mais dois milhões de unidades até o ano de 2014 e completar o Minha Casa, Minha Vida 1. Este impulso certamente vai colaborar para a expansão dos investimentos e do Produto Interno Bruto – PIB – do País.
O governo está otimista e projeta o crescimento do PIB acima de 4% em 2012. Por isso, é importante investimentos pesados em vários segmentos, sendo que o destaque é exatamente o setor habitacional. Só a Caixa Econômica Federal disponibilizará 90 bilhões de reais para serem colocados diretamente no Minha Casa, Minha Vida agora em 2012.
O crédito habitacional no País, em 2011, registrou um acréscimo de 44% e, para 2012, a tendência de crescimento deve ser mantida. Além dos 90 bilhões da CEF, o Banco do Brasil vai disponibilizar outros R$ 7 bilhões para financiamento de moradias no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida.
Do total da meta – dois milhões de casas até 2014 – cerca de um milhão de habitações já foram entregues. Por isso o governo está intensificando as reuniões com os segmentos responsáveis pela instalação de luz, água, entre outros, para agilizar a entrega das novas unidades.
O governo está atuando junto às grandes concessionárias estaduais e às prefeituras no que diz respeito à ligação de água e à concessão do habite-se. Só em 2011, o programa Minha Casa, Minha Vida, no âmbito da Caixa Econômica Federal, concluiu 700 mil casas, sendo que desse total foram entregues 550 mil no ano passado. Para 2012, a meta é entregar entre 400 mil e 500 mil unidades e firmar 600 mil contratos de novas moradias.
O Minha Casa, Minha Vida é, sem dúvida, um dos mais relevantes programas do governo. Além do indiscutível alcance social, o programa tem óbvias repercussões na economia interna. Foi o aquecimento do mercado interno que tirou o Brasil mais cedo da crise de 2008/2009 e que agora será, novamente, fator decisivo para confirmar a expectativa de crescimento.