O BRASIL DEPOIS DA CRISE MUNDIAL

Paulatinamente o Brasil vai demonstrando vitalidade de uma economia em bases sólidas e servindo de exemplo aos países mais desenvolvidos.  O recente levantamento feito anualmente pelo do Fórum Econômico Mundial, em parceria com a Fundação Dom Cabral, apontou o Brasil como país que melhor sairá da crise financeira mundial, em termos de competitividade. No rastro de boas notícias internas, esta é mais uma a ser comemorada.
A pesquisa é realizada com 16 economistas de todo o mundo e acabou de ser divulgada como um anexo ao Relatório de Competitividade Global 2009. Os especialistas avaliaram se a atual crise terá um impacto negativo (nota zero) ou positivo (nota sete) sobre um grupo de 37 países. O Brasil obteve a melhor média, seguido pela Índia, China, Austrália e Canadá. Ou seja, para os especialistas ouvidos, a crise financeira terá um impacto positivo sobre esses países.

O Brasil foi o grande destaque do relatório este ano na opinião dos economistas entrevistados – que incluiu acadêmicos e profissionais de mercado.  Segundo os entrevistados, os principais responsáveis pelo êxito foram  as medidas que  priorizaram o consumo interno, considerado um ponto forte do país. Já o Relatório de Competividade Global 2009 mostrou que o Brasil subiu oito pontos em um ranking com 133 economias, conquistando a 56ª colocação.

Mais do que projeções acadêmicas, a economia brasileira real vai, progressivamente, amparando as previsões otimistas. O nível de emprego na indústria voltou a subir, depois de nove meses em queda, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na última semana. Em julho, houve alta de 0,4% em relação a junho. O valor da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria teve a terceira variação positiva, com alta de 0,1% frente a junho.

    Todos os dados da economia real e as projeções para 2010 confirmam que a crise econômica está mesmo no final, Mas ao contrário de sugerir alívio, ela impõe uma nova ordem econômica. O Congresso que tanto contribuiu para aprovar vacinas anti-crise tem de avançar em sua agenda, especialmente na revisão do capítulo tributário e na votação de leis fundamentais, como a que regulamenta a exploração submarina de Petróleo, localizada abaixo da camada de sal.

O Presidente Lula classificou o Pré-sal é mesmo a nova independência. Isso porque a maior parte dos recursos auferidos com a nova riqueza será aplicada em gastos sociais e investimentos. Não foi um exagero. O Pré-Sal não é só a nova independência. É a redenção, especialmente para os menos favorecidos.

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