EMPREGO EM ALTA E INDÚSTRIA EM EXPANSÃO

A economia brasileira vem revelando vários sinais de vigorosa recuperação. Um dos indicadores mais eloquentes é a taxa de desemprego que ficou em 12,6% no mês de janeiro, registrando o menor índice histórico desde 1998, segundo pesquisa realizada pela Fundação Seade e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) em seis regiões metropolitanas do Brasil.

O contingente de desempregados nas regiões analisadas foi calculado em 2,5 milhões de pessoas em janeiro, ou seja, 4 mil desempregados a menos quando comparado com dezembro de 2009. A outra notícia positiva da pesquisa vem do crescimento da massa salarial.Em dezembro de 2009, o rendimento médio real dos ocupados no país subiu 1,2%, equivalendo a R$ 1.251. Já o dos assalariados ficou em R$ 1.318 – alta de 1,1%.
Na outra ponta da economia as empresas também demonstram muito otimismo com o futuro. A confiança da indústria aumentou em fevereiro pelo 13º mês consecutivo e atingiu o maior patamar desde dezembro de 2007, e a terceira melhor leitura da série histórica iniciada em abril de 1995 pela Fundação Getúlio Vargas. Uma das razões foi o aumento da utilização da capacidade instalada na indústria teve  alta agora em fevereiro para 84%.
Outro motivo para o otimismo está na redução das dívidas das empresas. A inadimplência das pessoas jurídicas recuou 14,6% em janeiro deste ano, comparado com início de 2009. Foi a maior queda neste critério desde março de 2008, segundo pesquisa do instituto Serasa. O estudo lembra que no início do ano passado, o Brasil passava pelo período mais crítico da crise global, registrando uma forte alta na inadimplência nos negócios, com crescimento de 28,9% em relação a janeiro de 2008.
 
Os indicadores evidenciam que a economia cresce  e mostra uma melhora na situação financeira das empresas em relação ao primeiro mês de 2009. De acordo com os dados, o recuo da inadimplência foi maior nas grandes empresas, com queda de 36,7%. Nas médias empresas a queda foi de 25,7% na mesma comparação e, nas pequenas empresas, que ainda enfrentam algumas dificuldades de acesso ao crédito, o recuo foi bem menor: 12,9%.
 
Estes números fazem parte de uma sequência que revelam a pujança do Brasil e sua vocação natural para o crescimento. A soma de todos os dados sócio-econômicos tem levado bancos, consultorias e organismos internacionais a reverem as previsões – sempre para cima – do crescimento do PIB brasileiro agora em 2010. As estatísticas de economia são muito importantes, mas o clima geral, o otimismo reinante e a esperança no futuro também ajudam, e muito, no crescimento do País.

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