BRASIL TERÁ CRESCIMENTO RECORDE EM 2010

A economia brasileira entrou, de vez, na espiral ascendente. Depois de ser o primeiro país a vencer a crise, as previsões para alta do Produto Interno Bruto, este ano, superaram a barreira dos 7% e já há apostas no crescimento de 7,5%. Os dados mais recentes da produção industrial, do varejo e da geração de empregos estão surpreendendo o mercado e forçando o aumento das previsões.

 
 Os maiores bancos privados brasileiros e consultorias financeiras revisaram para cima suas estimativas para o desempenho da economia brasileira. Confirmadas as projeções acima, os 7%, será o melhor desempenho desde 1985 – ano da euforia do Plano Cruzado – e um dos resultados mais expressivos do mundo, superado apenas por alguns países asiáticos.
Uma das apostas mais altas é a do maior banco privado brasileiro, que revisou a projeção de 6,5% para 7,5%. Esta nova estimativa está associada a forte expansão da atividade econômica no primeiro trimestre, o crescimento mundial superior ao esperado – apesar dos problemas na Europa – e a manutenção de alguns estímulos fiscais, como o IPI menor para a compra de materiais de construção. Além destes fatores, o mercado de crédito está muito forte. Os empréstimos cresceram 2,6% entre janeiro e março.
Outro conglomerado financeiro – o segundo do País – elevou de 6,4% para 7% a projeção de crescimento do PIB em 2010 em decorrência do forte resultado das vendas do varejo. Na semana passada, um grande banco espanhol que atua no Brasil, elevou a projeção de crescimento do PIB de 5,8% para 6,3%, atribuindo a revisão à velocidade de expansão da economia no primeiro trimestre.
Em meados de abril um gigante financeiro norte-americano com negócios no Brasil foi o primeiro a apontar alta de 7% em 2010, ao revisar sua projeção anterior que era 6,2%. No último relatório Focus, do Banco Central, que mede os humores do mercado, a média de crescimento para o PIB brasileiro Brasil estava na casa dos 6,26%.
Apesar de ser uma notícia excepcional, o superaquecimento da economia recomenda precauções. Cautela não significa medo. Não devemos ter medo de crescer. O importante neste momento é provocar uma convergência entre gastos públicos e a política de juros para evitar a pressão inflacionária. Tenho convicção que a equipe econômica irá encontrar o ponto de equilíbrio para não desestimular o investimento na produção e garantir nossa expansão.
O próprio governo está sinalizando com a moderação adequada, apostando em um crescimento menos exagerado, entre 5,5% e 6%. De qualquer forma todas as atenções estarão voltadas para o dia 8 de junho, quando será oficilizado o PIB do primeiro trimestre. O mais importante é que o Brasil reencontrou o caminho do crescimento e isso significa empregos, salários e a dignidade que o Brasileiro merece.

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