2010: UM ANO DE PROSPERIDADE E DECISÕES

É uma rotina saudável fixarmos, ao começo de cada ano, nossas metas, estabelecermos nossos projetos e ponderar sobre qual o melhor caminho a seguir a fim de evitarmos tropeços. A esperança, disposição de luta e nossa persistência fazem disso um ato de fé permanente, um gesto de coragem do povo brasileiro, que todos os anos renova suas energias, eleva suas orações e deposita suas mais puras crenças em melhores dias.

É um ano muito promissor sob todos os aspectos. A vitalidade da economia brasileira em 2009, em plena crise mundial, surpreendeu o mundo e, internamente, mostrou que os mais pobres foram os principais beneficiados. Os salários aumentaram e a pobreza diminuiu. Os analistas econômicos estão projetando para 2010 um crescimento entre 5% e 6% da economia. Isso significa mais empregos, mais renda e maior prosperidade.

É um ano de festejar muito, de torcer, de parar diante da televisão para acompanhar a seleção brasileira na copa do mundo da África do Sul. Será o ano de estufar o peito, se orgulhar de ser brasileiro. Será o ano em que expandiremos nossa brasilidade, que ampliaremos o respeito que o País conquistou internacionalmente. Será um ano para, também observarmos a organização de uma Copa, já que seremos a sede em 2014.

É um ano de muita reflexão, de responsabilidade sobre os destinos do Brasil, seus cidadãos e as gerações futuras. Será um ano de celebrar uma das maiores democracias do planeta. Será um ano do eleitor brasileiro fazer sua opção. Caberá a ele uma importante escolha.

Ela envolve uma indagação muito pragmática e lógica para o Brasil: a continuidade de um programa sócio-econômico que tem êxitos comprovados, resultados concretos sentidos pela população ou a ruptura com este modelo que tirou milhões da miséria, distribuiu renda e nos tirou da crise?

O PMDB, partido que lidero há 8 anos no Senado, integrou o governo Lula, ocupou ministérios, formulou e executou políticas públicas que hoje são reconhecidas em todo o mundo. Não apoiar a continuidade deste projeto vitorioso seria uma contradição e a sociedade teria muitas dificuldades em compreender tamanha ambiguidade.

Minha querida Alagoas sabidamente ainda depende muito de repasses do governo federal e estes recursos são vitais para economia local. O Presidente Lula, reconhecendo uma dívida com estado e com os alagoanos que o apoiaram investiu pesado em Alagoas. Seria outra contradição não apoiar o prosseguimento no que está dando certo ou, como se diz no jargão futebolístico: em time que está ganhando não se mexe.

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